O Voluntariado na saúde deve estar ao serviço das pessoas, famílias e comunidade, contribuindo assim para uma melhoria na qualidade de vida e bem-estar da população social e economicamente debilitada. Voluntariado deve possuir um conjunto de acções de interesse social e comunitário, sendo estas inequivocamente concretizadas a pensar em quem mais necessita ou evitar que se degradem. Voluntariado pode e deve desenvolver-se através de projectos de entidades públicas e privadas com condições e recursos para integrar voluntários, envolvendo a ou as várias entidades que as promovem. Ser Voluntário entenda-se, é uma decisão livre e voluntária suportada em motivações e opções pessoais caracterizando assim o Voluntário. Na igreja, no bairro e comunidade, na associação cultural e desportiva, instituições sociais e empresas, um número imenso de pessoas ajudam quem está em situação menos favorecida. Ainda que não se chamem a si mesmos de voluntários. Ao doarem sua energia a sua generosidade, o voluntário está a responder a um impulso humano que é básico: o desejo de ajudar, de colaborar, de compartilhar alegrias, de aliviar sofrimentos, proporcionar uma melhor qualidade da vida em comum. Compaixão e solidariedade, e responsabilidade são sentimentos profundamente humanos e são também virtudes cívicas. Ao ter a preocupação com a sorte dos outros, ao nos mobilizarmos por causas de interesse social e comunitário, são estabelecidos laços de solidariedade e confiança mútua que nos protegem em tempos de crise, tornam a sociedade mais unida e fazem de cada um de nós um ser humano melhor. Pelos benefícios que trás para as pessoas com quem o voluntário se relaciona, para a comunidade e a sociedade como um todo, é que o voluntariado merece ser valorizado, divulgado e acima de tudo fortalecido.
Munhão, Vitor ; Voluntário na LAHDB
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